Fugi...fugi por uns tempos. Quebrei a rotina dos meus dias, deixei de assistir, e pelos vistos entrei em cena, entrei novamente no filme da minha vida.
De que cor é a solidão?
Será que algum dia estive verdadeiramente só?
Deixaste-me pregada a bancada quando me disses-te que terminou, deixaste-me em branco.
Conheço-te, vi-te e revejo-te...
Estupidamente, sei o que pensas sem sequer teres falado. Sei que existem partes que não são tão bem contadas como me dás a entender
Quando tu vieste falar comigo, já eu te tinha conseguido deixar, já eu tinha decidido viver. Vieste como menino sem rumo, Cantas-te tudo o que sabia que ias dizer. Hoje olho para mim e considero-me mais forte ainda. Não me matas-te, não conseguis-te acabar com o que sinto, não me secas-te as lágrimas, mas fizeste derramar muitas!
Não te perdoou, e também não esqueço tudo o que se passou entre nós. A minha vida ficou um inferno, magoaste-me sem necessidade. Ao menos dou me ao luxo de não ter nem usado, nem magoado ninguém!
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